O coração é seu: faça o que quiser com ele

Fonte: We Heart It
O que faz você se apaixonar? Um anel de diamantes? Uma música inspirada nos seus olhos? Dois beijos, dois anos ou um olhar? 

Cada um vai responder a primeira pergunta de uma maneira e, provavelmente, cada pessoa responderia a mesma pergunta de várias formas, dependendo de quando ela fosse feita. Porque não há critério, jeito ou tempo para se apaixonar. Não consideramos justa toda forma de amor? Pois bem, que consideremos justa também toda forma de paixão.

E se eu simplesmente me apaixonar em um dia? Possivelmente a história de Romeu e Julieta não seria tão avassaladora se eles conversassem durante cinco meses por cartas trocadas antes de enfim declararem seu amor. Porque avassalador é um adjetivo lindo para paixão: não é nada avassalador tentar por quatro, cinco anos ao menos gostar de alguém. 

E se eu tiver meu Vênus em Gêmeos e quiser trocar de amor de cinco em cinco minutos? Eu posso! O que é que tem? Ruim é de cinco em cinco minutos tentar estragar a vida de alguém. O nosso coração é nosso: dele, a gente é quem sabe. Se muitas vezes nós mesmos não conseguimos desvendá-lo, como outrem pode se achar no direito de criticá-lo? 

Eu defendo o direito de permitir-se. Ame se quiser amar, e não ame se não houver vontade. Li por aí que essa vida só se dá para quem se deu, e não para quem se importou com o julgamento alheio. O coração é seu: faça o que quiser com ele. Quanto às pessoas: não faça o que quiser com elas - ninguém aqui tem coração de papel.