Mais autoconfiança, menos confiança nos outros

Fonte: We Heart It
Se há uma matéria que definitivamente não está na grade de nenhum curso, é a de identificar as más intenções. Acredito profundamente que ainda existam muitas pessoas de coração puro por aí, porém mais ainda aquelas que fingem ser. 

O problema de quem possui o coração ainda puro é justamente acreditar que todos à sua volta também o possuem. E digo o "ainda puro", pois nessa jornada de tentar não se atingir pela maldade alheia ou tentar detectá-la, a gente acaba se contagiando. Nesse mundo cheio de conflitos de interesse, é difícil alguém escapar de ser peão ou degrau da ambição do outro. 

Mas o que provavelmente já te disseram e você subestimou ao ouvir foi: não confie. O que a gente faz, então? Confia! Quebra a cara, confia de novo e vai se quebrando cada vez mais, até não ter parte inteira pra acolher quem realmente vem com boas intenções.

Nossas mães cansam em nos alertar e nós nunca nos cansamos em teimar. Olhando para trás e enxergando inúmeros tropeços, decepções e burradas, percebo que eu gostaria de ter ouvido: "confie em você, não nos outros". Por que é que a gente confia em uma pessoa que conhecemos há um mês e não confiamos em nosso potencial, nossos sonhos? Sendo que a pessoa que você conhece há mais tempo é você mesmo. 

Hoje eu entendo que antes de buscar nossos objetivos, devemos confiar neles e principalmente, confiar em nós mesmos. E não confiar em sorrisos e palavras de quem nunca fez por onde. Que a gente consiga acreditar mais no próprio coração - e cuidar para que ele não se perca em meio à tanta maldade.